Plano de Educação Integral
O Plano de Educação Integral é uma importante ferramenta para estruturar a implantação da Política de Educação Integral na rede de ensino.
Para a construção desse plano, é de grande relevância que haja o diagnóstico da realidade local, seus desafios, seus avanços, suas urgências e suas potencialidades.
O plano deve explicitar as Diretrizes Gerais construídas coletivamente com apoio do Grupo de Trabalho organizado pela Secretaria de Educação, indicando aonde se quer chegar com a Política de Educação Integral, em que concepções se embasa e quais caminhos pretende percorrer.
Nesse sentido, deve apontar as grandes linhas de ação e indicar as metas previstas para o período da gestão.
Durante a implementação do plano, as metas devem ser avaliadas continuamente. É interessante que ao final de cada ano se proceda a avaliações mais abrangentes para a escuta de todos os envolvidos na consolidação dessa política pública: dos profissionais, de alunos e suas famílias. Essa escuta é fundamental para as equipes de trabalho e para a própria Secretaria de Educação, que poderá confirmar ou transformar as medidas vigentes, além de propiciar o controle social da ação pública.
Estrutura do Plano de Educação Integral
1
Equipe responsável pela elaboração do plano
2
Introdução
3
Histórico da educação integral no município ou estado
4
Marco legal (nacional, estadual, municipal)
5
Diagnóstico educacional
6
Concepção e perspectivas da educação integral
• arranjos e funcionamento da educação integral
• desenvolvimento profissional
• proposta curricular e avaliação da aprendizagem
7
Diretrizes da educação integral
 
8
Implementação
Metas
Estratégias
Recursos financeiros
Acompanhamento e avaliação da política
Para garantir sua legitimidade, o plano deverá ser partilhado como processo e como produto com a rede, com as demais secretarias, com os parceiros, com as famílias, com os alunos e com a cidade de modo geral, para que todos possam acompanhar sua execução e identificar em que podem colaborar.
Este é o momento de todos os cidadãos exercitarem o que o artigo 227 da Constituição de 1988 prevê: o dever da família, da sociedade e do Estado de assegurar todos os direitos essenciais à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade. Essa construção coletiva amplia o conjunto de sujeitos corresponsáveis pelo sucesso da política, com seus desafios e perspectivas.
Disponibilizamos uma ferramenta para contribuir e facilitar o processo de elaboração do plano. Ao se cadastrar, a equipe gestora recebe subsídios conceituais e orientação sobre os passos a serem seguidos na elaboração de sua política. Por meio deste formulário on-line, é possível organizar e acompanhar todas as etapas de construção do plano.
Plano de Educação Integral
O Plano de Educação Integral é uma importante ferramenta para estruturar a implantação da Política de Educação Integral na rede de ensino. Para a construção desse plano, é de grande relevância que haja o diagnóstico da realidade local, seus desafios, seus avanços, suas urgências e suas potencialidades.
O plano deve explicitar as Diretrizes Gerais construídas coletivamente com apoio do Grupo de Trabalho organizado pela Secretaria de Educação, indicando aonde se quer chegar com a Política de Educação Integral, em que concepções se embasa e quais caminhos pretende percorrer.
Nesse sentido, deve apontar as grandes linhas de ação e indicar as metas previstas para o período da gestão.
Durante a implementação do plano, as metas devem ser avaliadas continuamente. É interessante que ao final de cada ano se proceda a avaliações mais abrangentes para a escuta de todos os envolvidos na consolidação dessa política pública: dos profissionais, de alunos e suas famílias. Essa escuta é fundamental para as equipes de trabalho e para a própria Secretaria de Educação, que poderá confirmar ou transformar as medidas vigentes, além de propiciar o controle social da ação pública.
Estrutura do Plano de Educação Integral
1

Equipe
responsável pela
elaboração
do plano
2 Introdução
3

Histórico da
educação
integral no
município ou
estado
4

Marco legal
(nacional, estadual,
municipal)
5

Diagnóstico
educacional
6

Concepção e
perspectivas da
educação integral
7

Diretrizes da educação integral
8

Implementação
Metas
Estratégias
Recursos
financeiros
Acompanhamento e
avaliação da política
arranjos e funcionamento da
educação integral
desenvolvimento
profissional
proposta curricular e
avaliação da aprendizagem
Para garantir sua legitimidade, o plano deverá ser partilhado como processo e como produto com a rede, com as demais secretarias, com os parceiros, com as famílias, com os alunos e com a cidade de modo geral, para que todos possam acompanhar sua execução e identificar em que podem colaborar.
Este é o momento de todos os cidadãos exercitarem o que o artigo 227 da Constituição de 1988 prevê: o dever da família, da sociedade e do Estado de assegurar todos os direitos essenciais à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade. Essa construção coletiva amplia o conjunto de sujeitos corresponsáveis pelo sucesso da política, com seus desafios e perspectivas.
Disponibilizamos uma ferramenta para contribuir e facilitar o processo de elaboração do plano. Ao se cadastrar, a equipe gestora recebe subsídios conceituais e orientação sobre os passos a serem seguidos na elaboração de sua política. Por meio deste formulário on-line, é possível organizar e acompanhar todas as etapas de construção do plano.
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