Gestão Democrática
A gestão é um importante aspecto a se analisar na implementação de políticas de educação integral. É preciso reconhecer o papel das equipes gestoras, tanto da secretaria como das escolas, como determinante na melhoria da qualidade da educação para crianças e adolescentes.
Assim como é necessário organizar na secretaria a estrutura para gerenciar a política de educação integral, também é preciso criar rotinas de comunicação e apoio à equipe gestora da escola, uma vez que a implementação da educação integral modifica a rotina da escola, afetando o seu cotidiano.
Cabe ressaltar que a boa capacidade de planejamento e organização, a criatividade, a persistência, a liderança política e pedagógica junto à equipe docente e a boa gestão de pessoas são características fundamentais para os desafios colocados pelas escolas de educação integral, e essas características podem ser potencializadas em espaços coletivos de reflexão.
Outro aspecto importante a considerar é o exercício da gestão colaborativa entre as escolas de um mesmo território. A escola não pode ser uma ilha no território, nem uma ilha no sistema. Interagir com as outras unidades escolares da região, planejar determinadas ações em conjunto, estabelecer parcerias, partilhar momentos de formação e de avaliação ajudam na qualificação dos encaminhamentos e no seu fortalecimento institucional.
A gestão da educação integral nas escolas, assim como nas instâncias centrais, precisa cuidar muito bem da adesão dos profissionais que atuarão no programa, pois a experiência tem mostrado que, quando existe essa adesão, o empenho dos envolvidos é maior e os resultados também.
A gestão escolar não pode ser pensada exclusivamente dentro das escolas; as comunidades trazem capitais sociais e culturais, o que é fundamental para a democratização dos processos de decisão. Nessa perspectiva, é preciso que a gestão flexibilize rotinas e processos que melhor identifiquem e atendam às demandas convergentes entre escola e comunidade.
A participação de pais, da comunidade e de conselhos de direitos no planejamento, apoio e acompanhamento do programa favorece o seu sucesso. Daí a importância da comunicação constante entre secretarias, escolas, conselhos, comunidades e famílias. Mas, para que as famílias participem, precisam compreender a proposta, quais são seus objetivos, metas e como se pretende desenvolvê-la. Essa tarefa pedagógica cabe às escolas e à secretaria
A participação das famílias nos debates, encaminhamentos e decisões das escolas comomanifestação democrática ainda é um processo em construção, mas que progressivamente vemcrescendo e reforçando a ideia de que o caminho participativo é o mais acertado. As famíliasdevem ser chamadas também para refletir sobre a ampliação da jornada, definindo-se os seus direitos e responsabilidades, assim como os da escola e os das organizações sociais parceiras.
Essa é uma oportunidade especial para compartilhar o significado do acesso à educação integral como questão de direito inalienável de crianças e adolescentes.
Conheça a experiência de outros municípios na efetivação da Gestão Democrática na Educação Integral:
Gestão Democrática
A gestão é um importante aspecto a se analisar na implementação de políticas de educação integral. É preciso reconhecer o papel das equipes gestoras, tanto da secretaria como das escolas, como determinante na melhoria da qualidade da educação para crianças e adolescentes.
Assim como é necessário organizar na secretaria a estrutura para gerenciar a política de educação integral, também é preciso criar rotinas de comunicação e apoio à equipe gestora da escola, uma vez que a implementação da educação integral modifica a rotina da escola, afetando o seu cotidiano.
Cabe ressaltar que a boa capacidade de planejamento e organização, a criatividade, a persistência, a liderança política e pedagógica junto à equipe docente e a boa gestão de pessoas são características fundamentais para os desafios colocados pelas escolas de educação integral, e essas características podem ser potencializadas em espaços coletivos de reflexão.
Outro aspecto importante a considerar é o exercício da gestão colaborativa entre as escolas de um mesmo território. A escola não pode ser uma ilha no território, nem uma ilha no sistema. Interagir com as outras unidades escolares da região, planejar determinadas ações em conjunto, estabelecer parcerias, partilhar momentos de formação e de avaliação ajudam na qualificação dos encaminhamentos e no seu fortalecimento institucional.
A gestão da educação integral nas escolas, assim como nas instâncias centrais, precisa cuidar muito bem da adesão dos profissionais que atuarão no programa, pois a experiência tem mostrado que, quando existe essa adesão, o empenho dos envolvidos é maior e os resultados também.
A gestão escolar não pode ser pensada exclusivamente dentro das escolas; as comunidades trazem capitais sociais e culturais, o que é fundamental para a democratização dos processos de decisão. Nessa perspectiva, é preciso que a gestão flexibilize rotinas e processos que melhor identifiquem e atendam às demandas convergentes entre escola e comunidade.
A participação de pais, da comunidade e de conselhos de direitos no planejamento, apoio e acompanhamento do programa favorece o seu sucesso. Daí a importância da comunicação constante entre secretarias, escolas, conselhos, comunidades e famílias. Mas, para que as famílias participem, precisam compreender a proposta, quais são seus objetivos, metas e como se pretende desenvolvê-la. Essa tarefa pedagógica cabe às escolas e à secretaria
A participação das famílias nos debates, encaminhamentos e decisões das escolas comomanifestação democrática ainda é um processo em construção, mas que progressivamente vemcrescendo e reforçando a ideia de que o caminho participativo é o mais acertado. As famíliasdevem ser chamadas também para refletir sobre a ampliação da jornada, definindo-se os seus direitos e responsabilidades, assim como os da escola e os das organizações sociais parceiras.
Essa é uma oportunidade especial para compartilhar o significado do acesso à educação integral como questão de direito inalienável de crianças e adolescentes.
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