Experiências

Experiências

O que é o Guia

As experiências de outras cidades e estados podem servir de inspiração e apoio para o desenvolvimento de novas políticas de educação integral. Conheça aspectos que se destacaram em trabalhos pelo país. Conte você também a sua experiência.

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Mudança na lógica de tempo de aulas

Piraí (RJ)2009 / 2012Proposta Curricular

A secretaria reviu a lógica de 50min de aula nas classes de 5º ao 9º ano, que passaram a ter 2 horas de aula antes e depois do recreio. Essa mudança permitiu que os alunos entrassem em outro ritmo de aprendizagem, que os professores tivessem mais tempo para trabalhar os conteúdos e atender mais os alunos, individualmente, além de propiciar uma nova organização que permite a participação dos professores no “Tempo de Estudo”, destinado à troca entre os docentes, à formação continuada e ao planejamento.

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Parcerias para diversificação da proposta curricular

Mesquita (RJ)2009 / 2012Proposta Curricular

Com a necessidade de ampliar os espaços para realizar as atividades diversificadas do currículo da escola de educação integral, a secretaria de educação estimulou o estabelecimento de parcerias, pelas escolas, com organizações do território, tanto públicas como não governamentais (associações de moradores, praças, fundações, clubes etc.), assim como o desenvolvimento de aulas-passeio, disponibilizando para isso dois ônibus exclusivos para atender a demanda das escolas. O objetivo é que os jovens possam se apropriar dos espaços públicos e estabelecer uma relação de pertencimento com a comunidade e com a cidade onde vivem.

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O conceito de aula de Campo Grande

Campo Grande (MT)2005 / 2008Proposta Curricular

O conceito de aula foi substituído por conceito de “tempo de estudo” em que se organizam os diferentes “ambientes de aprendizagem”, nos quais são trabalhados aspectos do currículo da base comum e da diversificada. O projeto enfatiza que a principal atividade dos alunos é estudar e não frequentar as aulas e que por estudar entendem-se também as atividades monitoradas pelos próprios alunos, as saídas para pesquisas, o movimento e a interação entre as crianças nos diferentes ambientes da escola.

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Levantando as preferências dos alunos

Mesquita (RJ)2009 / 2012Proposta Curricular

As escolas tiveram autonomia para propor uma pesquisa junto a professores, alunos, pais, funcionários, parceiros, para definir as novas atividades (do núcleo diversificado) que deveriam ser oferecidas às crianças e aos adolescentes. Uma das escolas optou por desenvolver a consulta aos alunos, tendo como mobilizador o grêmio estudantil. Foi realizado um questionário para levantar as preferências dos alunos. Os resultados foram apresentados e debatidos com os professores da escola e, depois, com a equipe gestora; essas discussões ajudaram o grêmio a organizar uma votação para finalizar o processo.

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Como valorizar outras formas de aprendizagem

Santa Bárbara d’Oeste (SP)Proposta Curricular

A secretaria oferece 9 horas de educação integral diariamente às crianças, com projetos de trabalho nas áreas do conhecimento e oficinas pedagógicas. As atividades foram organizadas de forma a mesclar as pertencentes ao núcleo comum com as do núcleo diversificado, na perspectiva de um currículo único. Desta forma, toda a comunidade escolar (pais, alunos, professores, funcionários etc.) passou a valorizar as diferentes formas de aprendizagem e a reconhecer que tanto as atividades do núcleo comum como as do núcleo diversificado são fundamentais para o desenvolvimento das crianças e dos adolescentes.

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Plano de Reestruturação em Goiás

Goiás2011 / 2012Plano de Educação Integral

Para elaborar o Plano de Ação de implementação da política de educação integral para o estado, a secretaria de educação, com a contribuição de parceiros, produziu uma retrospectiva diagnóstica das ações de educação integral já desenvolvidas no período de 2006 a 2010. Com a análise desses dados e a explicitação das diretrizes pretendidas, organizou as ações a serem desenvolvidas nos quatro anos de gestão, apontando as metas a serem atingidas a cada ano. Esse documento “Plano de Reestruturação da Política de Educação Integral do Estado”, foi socializado com toda rede para o acompanhamento da implementação da política.

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Escutando a comunidade

Canela (RS)2009 / 2012Parcerias

Considerando a participação da comunidade como fator essencial para que a escola atinja seus objetivos, a secretaria de educação organizou uma escuta das famílias sobre a educação integral que desejavam para seus filhos. Em seguida, fez o mesmo com os alunos. Essa escuta ajudou a equipe a desenhar com mais clareza os projetos de educação integral para a região urbana e rural do município.

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Partilhando decisões

Betim (MG)2009 / 2012Parcerias

A administração municipal instituiu o Fórum Intersetorial, composto por um representante de cada uma das doze secretarias envolvidas. O Fórum (supra-secretarias) rege a implementação da política, com recursos do poder federal e do municipal. Isso significa planejar, executar e avaliar as ações de educação integral, partilhando decisões, ações e administração do orçamento.

Para viabilizar a sua proposta de educação integral, Betim buscou também a participação de universidades locais, com o propósito de desenvolver programas de formação continuada para os educadores; em 2012 contava com 15 universidades parceiras entre federais, estaduais e particulares. Cada universidade atua em uma área de conhecimento que mais se aproxima dos cursos por ela ofertados.

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Alternativas ao espaço escolar

Piraí (RJ)2009 / 2012Espaços e Infraestrutura

As atividades da parte diversificada oferecidas aos alunos variam conforme a escolha de cada escola e muitas delas acontecem no espaço escolar, mas todos os educadores envolvidos procuram utilizar espaços ao ar livre, fora da escola, para atividades esportivas, artísticas e de pesquisas, articulando os conhecimentos aprendidos com o que o território oferece.

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Espaços educativos em São Bernardo

São Bernardo (SP)2009 / 2012Espaços e Infraestrutura

O modelo adotado apostou na constituição de parceria entre secretaria e organizações da sociedade civil que viabilizam oficinas pedagógicas, passeios e atividades recreativas com alunos da rede municipal de ensino. As crianças e adolescentes frequentam espaços da própria comunidade – clubes, praças, ginásios municipais, quadras de rua, salões de igrejas – e instituições públicas, como centros culturais e esportivos, bibliotecas e parques – de modo a usar todos os espaços potencialmente educativos do território.

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