Diretrizes da Educação Integral
Partindo do princípio de que pode haver vários formatos de implementação das políticas de educação integral, quanto mais compartilhado for o processo de elaboração das diretrizes, maiores podem ser as chances de adesão e apropriação da proposta pelos que irão executá-la, o que gerará maior responsabilidade e compromisso.
Debate
Ao mesmo tempo, as contradições e os “nós” da prática aparecerão com mais clareza, permitindo uma discussão ampla sobre eles, pelos vários envolvidos.
Coletividade
O trabalho coletivo fortalece os envolvidos no processo, pela construção de uma linguagem comum, bem como pela apropriação consistente pelo grupo dos pressupostos, princípios e diretrizes para a ação. Dessa forma, a própria elaboração das diretrizes já assume caráter formativo.
Pode-se organizar um grupo de trabalho (GT) composto por técnicos da secretaria e por representantes dos diferentes segmentos do sistema para que, com base nos dados de diagnóstico fornecidos pela secretaria sobre a rede e nas informações advindas da escuta organizada, se produza a proposta das Diretrizes da educação integral que irão compor o Plano de Educação Integral.
É importante observar que as Diretrizes produzidas serão as possíveis para aquele momento, naquela realidade, mas deverão apontar a direção para onde se deseja ir, a médio e a longo prazo, tendo como referência a concepção de educação integral que se quer. Cabe lembrar que as Diretrizes da educação integral precisam ser construídas em consonância com os demais documentos estruturantes da proposta educacional da secretaria, entre eles os PPP das escolas, evitando assim que o programa de educação integral seja algo descolado das demais ações e concepções da unidade escolar e da própria rede de ensino.
As Diretrizes devem apresentar os eixos que serão orientadores da Política de Educação Integral. Caso a secretaria já conte com esse documento, cabe problematizar se ele atende à necessidade da proposta de educação integral. Em nível nacional, as diretrizes são: qualidade, acesso e permanência e gestão democrática. São as mesmas para o município ou estado? Como cada uma delas se concretiza nessa rede de ensino?
As Diretrizes darão a unidade necessária à rede, sem se contrapor à diversidade e à autonomia das escolas em seus territórios. É o que denominamos “unidade na diversidade”. A possibilidade de construir a Política de Educação Integral “com” os atores envolvidos e não “para” os atores envolvidos pode dar elementos que favoreçam a gestão democrática da rede de ensino em toda a sua complexidade.
É importante comunicar sistematicamente os trabalhos realizados pelo GT aos gestores de escola, aos professores e educadores parceiros, para validações processuais. Os meios virtuais podem ser um excelente recurso para favorecer os canais de comunicação, informar as ações do grupo de trabalho, provocar novos questionamentos, organizar cronogramas de ação, entre outras questões. A escolha por meios virtuais de comunicação não exclui a importância dos encontros presenciais para discussões e tomadas de decisão
Diretrizes da Educação Integral
Partindo do princípio de que pode haver vários formatos de implementação das políticas de educação integral, quanto mais compartilhado for o processo de elaboração das diretrizes, maiores podem ser as chances de adesão e apropriação da proposta pelos que irão executá-la, o que gerará maior responsabilidade e compromisso.
Debate
Ao mesmo tempo, as contradições e os “nós” da prática aparecerão com mais clareza, permitindo uma discussão ampla sobre eles, pelos vários envolvidos.
Coletividade
O trabalho coletivo fortalece os envolvidos no processo, pela construção de uma linguagem comum, bem como pela apropriação consistente pelo grupo dos pressupostos, princípios e diretrizes para a ação. Dessa forma, a própria elaboração das diretrizes já assume caráter formativo.
Pode-se organizar um grupo de trabalho (GT) composto por técnicos da secretaria e por representantes dos diferentes segmentos do sistema para que, com base nos dados de diagnóstico fornecidos pela secretaria sobre a rede e nas informações advindas da escuta organizada, se produza a proposta das Diretrizes da educação integral que irão compor o Plano de Educação Integral.
É importante observar que as Diretrizes produzidas serão as possíveis para aquele momento, naquela realidade, mas deverão apontar a direção para onde se deseja ir, a médio e a longo prazo, tendo como referência a concepção de educação integral que se quer. Cabe lembrar que as Diretrizes da educação integral precisam ser construídas em consonância com os demais documentos estruturantes da proposta educacional da secretaria, entre eles os PPP das escolas, evitando assim que o programa de educação integral seja algo descolado das demais ações e concepções da unidade escolar e da própria rede de ensino.
As Diretrizes devem apresentar os eixos que serão orientadores da Política de Educação Integral. Caso a secretaria já conte com esse documento, cabe problematizar se ele atende à necessidade da proposta de educação integral. Em nível nacional, as diretrizes são: qualidade, acesso e permanência e gestão democrática. São as mesmas para o município ou estado? Como cada uma delas se concretiza nessa rede de ensino?
As Diretrizes darão a unidade necessária à rede, sem se contrapor à diversidade e à autonomia das escolas em seus territórios. É o que denominamos “unidade na diversidade”. A possibilidade de construir a Política de Educação Integral “com” os atores envolvidos e não “para” os atores envolvidos pode dar elementos que favoreçam a gestão democrática da rede de ensino em toda a sua complexidade.
É importante comunicar sistematicamente os trabalhos realizados pelo GT aos gestores de escola, aos professores e educadores parceiros, para validações processuais. Os meios virtuais podem ser um excelente recurso para favorecer os canais de comunicação, informar as ações do grupo de trabalho, provocar novos questionamentos, organizar cronogramas de ação, entre outras questões. A escolha por meios virtuais de comunicação não exclui a importância dos encontros presenciais para discussões e tomadas de decisão
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  •    Edson  em