Acompanhamento e avaliação
O acompanhamento e a avaliação da Política de Educação Integral, como em qualquer política pública, requerem – além da necessária transparência e controle social – a articulação com setores/entidades, como o Conselho Municipal de Educação, entre outros conselhos, pois estes têm a função legal de acompanhar, avaliar e propor as políticas. A decisão de garantir que esses processos sejam participativos envolve uma concepção de gestão que trabalha na horizontalidade e no fortalecimento das instituições sociais, do próprio executivo, das instâncias administrativas e instituições da sociedade civil.
O processo de acompanhamento e a avaliação das políticas devem cumprir a função de prestação de contas da ação pública, além de apontar se o que está sendo realizado caminha na direção dos resultados pretendidos e explicitados no início de sua implementação, ou se requer correção de rumo.
Podem ser destacados dois níveis dessa avaliação: uma avaliação da política pedagógica que ocorre no processo, prioritariamente, e avaliação da política educacional. Em ambos os casos, é preciso ter parâmetros claros de avaliação e ter feixes onde se compara em que aspectos uma política reverbera na outra.
Para que o acompanhamento e a avaliação constituam realmente insumos que beneficiem o avanço da proposta, devem ser compartilhados com todos os envolvidos, desde o início, ou seja, todos devem ter a oportunidade e a responsabilidade de acompanhar e avaliar o processo e os resultados. Optar pela avaliação participativa é assumir uma perspectiva democrática do processo.
O acompanhamento e a avaliação da Política de Educação Integral devem focar prioritariamente as aprendizagens das crianças e dos adolescentes e a condução dos processos pelos profissionais, pelas instituições e pela própria Secretaria de Educação.
O papel da equipe de técnicos da secretaria é, mais uma vez, de fundamental importância para ajudar as equipes das escolas e das OSCs, quando for o caso de parcerias, a produzir instrumentos adequados e consistentes de acompanhamento e de avaliação dos produtos (aprendizagens) e dos processos.
Cabe lembrar que os próprios encontros de formação, as reuniões de trabalho e as paradas planejadas para “balanço’” são momentos importantes do acompanhamento e da avaliação. Assim, a secretaria deve planejar desde o início momentos específicos para coleta e sistematização de dados, ao longo do tempo, que podem ser organizados e expressos em diferentes linguagens (como relatórios, vídeos, fotos, entrevistas e depoimentos) para compor o registro desse processo.
Assista ao debate virtual sobre esta temática:
Acompanhamento e avaliação
O acompanhamento e a avaliação da Política de Educação Integral, como em qualquer política pública, requerem – além da necessária transparência e controle social – a articulação com setores/entidades, como o Conselho Municipal de Educação, entre outros conselhos, pois estes têm a função legal de acompanhar, avaliar e propor as políticas. A decisão de garantir que esses processos sejam participativos envolve uma concepção de gestão que trabalha na horizontalidade e no fortalecimento das instituições sociais, do próprio executivo, das instâncias administrativas e instituições da sociedade civil.
O processo de acompanhamento e a avaliação das políticas devem cumprir a função de prestação de contas da ação pública, além de apontar se o que está sendo realizado caminha na direção dos resultados pretendidos e explicitados no início de sua implementação, ou se requer correção de rumo.
Podem ser destacados dois níveis dessa avaliação: uma avaliação da política pedagógica que ocorre no processo, prioritariamente, e avaliação da política educacional. Em ambos os casos, é preciso ter parâmetros claros de avaliação e ter feixes onde se compara em que aspectos uma política reverbera na outra.
Para que o acompanhamento e a avaliação constituam realmente insumos que beneficiem o avanço da proposta, devem ser compartilhados com todos os envolvidos, desde o início, ou seja, todos devem ter a oportunidade e a responsabilidade de acompanhar e avaliar o processo e os resultados. Optar pela avaliação participativa é assumir uma perspectiva democrática do processo.
O acompanhamento e a avaliação da Política de Educação Integral devem focar prioritariamente as aprendizagens das crianças e dos adolescentes e a condução dos processos pelos profissionais, pelas instituições e pela própria Secretaria de Educação.
O papel da equipe de técnicos da secretaria é, mais uma vez, de fundamental importância para ajudar as equipes das escolas e das OSCs, quando for o caso de parcerias, a produzir instrumentos adequados e consistentes de acompanhamento e de avaliação dos produtos (aprendizagens) e dos processos.
Cabe lembrar que os próprios encontros de formação, as reuniões de trabalho e as paradas planejadas para “balanço’” são momentos importantes do acompanhamento e da avaliação. Assim, a secretaria deve planejar desde o início momentos específicos para coleta e sistematização de dados, ao longo do tempo, que podem ser organizados e expressos em diferentes linguagens (como relatórios, vídeos, fotos, entrevistas e depoimentos) para compor o registro desse processo.
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